Ready to go… downhole!!!

Yesterday a few hours after the conclusion of coring operations on Hole U1386 (GC-01A) the logging team carried out the downhole measurements. The logging tools (see attachment) were lowered into the borehole on a wireline cable until the bottom of the hole (~ 526 mbsf). Spectral gamma ray, caliper, and resistivity were recorded over the entire interval.

Ontem, poucas horas após a conclusão das operações de perfuração no Hole U1386 (GC-01A), a equipa responsável pelos registos ao longo do furo realizou diversas medições. As ferramentas de registo (ver anexo) foram colocadas no interior do furo e conduzidas através de um cabo até ao fundo do mesmo (~ 526 mafm). A emissão de raios gama, o diâmetro do furo e a resistividade elétrica dos materiais foram registados desde o fundo do mar até à profundidade máxima do furo.

Vertical seismic profiles (VSP) were also acquired using a geophone lowered from the drillship into the drill hole to receive signals from a sea-surface seismic source (air gun). You can see a short clip of the air gun test made in 2009 aboard the JR.

Foram também realizados perfis sísmicos verticais através da colocação de um geofone no interior do furo que recebeu os sinais emitidos por uma fonte sísmica localizada na superfície do mar (air gun). Podes ver um vídeo dos testes da air gun do JR realizados em 2009.

The downhole logs are rapidly collected, are continuous with depth, and measure in situ properties. They can be interpreted in terms of the formation’s stratigraphy, lithology, and mineralogy. All these measurements will allow the scientists to calibrate the thickness of the different layers and correlate it with seismic stratigraphy data in order to establish a common chronology. They will also be able to correlate the lithology of the cores recovered and their physical proprieties.

Os registos ao longo do furo são colhidos rapidamente ao longo de todo o intervalo de profundidade e medem as propriedades dos materiais in situ. Os dados obtidos podem ser interpretados em termos da estratigrafia da formação que foi perfurada, bem como da sua litologia e mineralogia. Todas estas medições permitirão aos cientistas aferir a espessura das várias camadas e correlacioná-la com os dados da estratigrafia sísmica, a fim de estabelecer uma cronologia comum. Os cientistas serão ainda capazes de correlacionar a litologia dos testemunhos de sedimentos recuperados durante as operações de perfuração e suas propriedades físicas.